sábado, 7 de março de 2009

Para montarmos uma oração basta termos um verbo e um ponto final.

Para montarmos uma história precisamos de um começo, um meio e um fim.

Para montarmos um parágrafo precisamos de um conjunto de orações.

Para montarmos uma vida precisamos apenas de complementos.

Complementos que nos permitam, nos construam e nos queiram.
Verbos que podem ser indefinidos, orações podem ser indiretas.

Mas se temos os complementos corretos... TUDO faz sentido.

Segue um complemento de um dos mais importantes sujeitos do meu livro.

"
Tenho que admitir que português nunca foi minha matéria preferida.

Sempre gostei mais de literatura e redação, afinal, inventar é comigo mesmo.

Mentiras, abobrinhas, piadas sem graça, histórias que só acontecem na minha mente louca.

Acho que nunca entendi direito as regras da nossa língua pátria.

Quer dizer, devemos usar M antes de P e B.

Porque, afinal?

Será que é errado escrever ‘enbaraçoso’ ?

Fica....feio ?

Será que teríamos menos comprometimento se fosse ‘conprometimento’?

Nossa língua nos ajuda a entender a mente alheia, e principalmente, a nossa.

Dentre todos os gêneros poético-circunstanciais, a poesia sempre foi a minha preferida.

Quer dizer, a vida é poesia!

Tudo ao seu redor vira poesia, é só você querer, e ter uma mente aberta pra isso. Vale à pena tentar, eu garanto.

‘’O poeta é a pimenta do planeta’’ - Lulu Santos


...e tenho dito!"


Complemento de Clarissa Cavalcante

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

É preciso complementar!

Complementos vêm e vão.
Complementos pessoais, objetos (diretos e indiretos), nominais, adverbiais...
Todos eles são apagados facilmente por uma boa e velha borracha, daquelas com uma metade azul e uma vermelha (que, diz a lenda, apaga caneta de um lado e lápis de outro. Só que eu nunca tive curiosidade pra provar o mito).
Mas, voltando aos complementos e esquecendo suas borrachas, o grande problema é quando eles se vão. Quando você se acostuma com um complemento, fica usando-o por um longo tempo, é complicado simplesmente ter que esquecê-lo por ter saído de moda, ou por ter sido cortado por alguma “reforma lingüística”.

Esse é o problema comigo. Parece que, por alguma obra divina, karmatica, espiritual, ou por alguma praga braba que me jogaram, meus complementos não conseguem ficar muito tempo junto do meu sujeito. Mesmo sendo determinado, direto e concreto, parece que os outros pronomes ou são muito possessivos ou não agüentam meus verbos de ação.

Bom... espero que eu não tenha que apagar nenhum pronome do meu dicionário. Espero, de verdade, que os pronomes aos quais me refiro com essas poucas palavras, possam lembrar que:

TODO SUJEITO É LIVRE PARA CONJULGAR O VERBO QUE QUISER!

E tenho dito!