quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

É preciso complementar!

Complementos vêm e vão.
Complementos pessoais, objetos (diretos e indiretos), nominais, adverbiais...
Todos eles são apagados facilmente por uma boa e velha borracha, daquelas com uma metade azul e uma vermelha (que, diz a lenda, apaga caneta de um lado e lápis de outro. Só que eu nunca tive curiosidade pra provar o mito).
Mas, voltando aos complementos e esquecendo suas borrachas, o grande problema é quando eles se vão. Quando você se acostuma com um complemento, fica usando-o por um longo tempo, é complicado simplesmente ter que esquecê-lo por ter saído de moda, ou por ter sido cortado por alguma “reforma lingüística”.

Esse é o problema comigo. Parece que, por alguma obra divina, karmatica, espiritual, ou por alguma praga braba que me jogaram, meus complementos não conseguem ficar muito tempo junto do meu sujeito. Mesmo sendo determinado, direto e concreto, parece que os outros pronomes ou são muito possessivos ou não agüentam meus verbos de ação.

Bom... espero que eu não tenha que apagar nenhum pronome do meu dicionário. Espero, de verdade, que os pronomes aos quais me refiro com essas poucas palavras, possam lembrar que:

TODO SUJEITO É LIVRE PARA CONJULGAR O VERBO QUE QUISER!

E tenho dito!